“Eu sinto que minha cabeça vai explodir de tanta preocupação, o mesmo assunto passa pela minha cabeça o tempo todo e sinto uma sensação apertada no peito e falta de ar”.

Medo, pânico, estresse, preocupação, nervosismo são palavras que cotidianamente são usadas para descrever a experiência que se tem com ansiedade.

O medo e a ansiedade operam juntos, eles fazem parte da vida e precisamos deles. Isso mesmo - precisamos! Veja os exemplos abaixo e tente imaginar sua vida sem esses dois mecanismos que temos em nosso corpo.

Ex.: Medo é o que sentimos quando o alarme da nossa casa toca e isso prepara nosso corpo para uma resposta mais rápida à situação de perigo. Já a ansiedade é o que sentimos quando nos preocupamos em relação à segurança que temos na nossa casa, e isso faz com que, como precaução, instalemos um alarme.

O medo, portanto, é um como um alarme fisiológico que soa automaticamente no nosso corpo para nos avisar de um perigo a nossa segurança. E a ansiedade é uma emoção orientada para o futuro e esta mais ligada à percepção que temos sobre eventos que podem vir a se tornar ameaçadores.

 

Quando estamos ansiosos nosso corpo pode ser afetado de várias maneiras. Veja alguns efeitos:

1. Alterações no pensamento:

 

Alguns exemplos incluem preocupar-se com coisas que podem acontecer ou coisas assustadoras que tenham acontecido no passado. Tendo pensamentos negativos sobre nós mesmos ou sobre o futuro. Também pode baixar a concentração, nos deixar confusos e dificultar nosso raciocínio e objetividade.

2. Sintomas físicos:

 

Alguns exemplos incluem frequência cardíaca rápida, sensação de suor, calor ou calafrios, tremores, dor de estômago, tensão muscular, dores de cabeça, boca seca e falta de ar.

3. Alterações no comportamento:

 

Alguns exemplos incluem evitar eventos, lugares ou pessoas que desencadeiam a ansiedade. Se mexer demais e nervosamente ou ficar paralisado, hiperventilar e ter dificuldade para falar.

4. Sintomas emocionais:

 

Alguns exemplos incluem sentir-se nervoso, assustado, temeroso, irritado, apreensivo, impaciente e frustrado.

Todos nós nos sentimos ansiosos de tempos em tempos e por isso é fácil se identificar com alguns desses sintomas e isso não quer dizer necessariamente que você tenha um transtorno de ansiedade. Da mesma forma, nem todos que tem transtornos de ansiedade terão todos

esses sintomas. A intensidade da ansiedade pode ser sentida de maneira diferente de uma pessoa para outra, ou de situação para situação. Porém, há diferenças muito significativas entre níveis normais de ansiedade e um transtorno de ansiedade.

O que é um transtorno de ansiedade?

Um transtorno de ansiedade é diagnosticado, por um profissional da saúde como um médico ou psicólogo, quando os sintomas de ansiedade são graves tendendo a ser exagerados, irrealistas, persistentes e afetam a capacidade de uma pessoa viver uma vida normal.

Existe mais de um tipo de transtorno de ansiedade e as pessoas podem ter sintomas de um ou mais tipos de transtorno por vez, muitas pessoas também apresentam sintomas que aumentam e diminuem ao longo do tempo.

Você pode saber mais sobre os tipos de transtornos de ansiedade que tratamos abaixo:

Transtorno de Ansiedade Generalizada

“Eu me preocupo com tudo, o tempo todo”.

Transtorno de Ansiedade Social

“Eu sempre evito falar com outras pessoas ou situações sociais, pois sei que elas irão me julgar negativamente”.

Agorafobia

“Eu nunca vou a locais ou me exponho a situações aonde sei que não conseguirei escapar ou achar ajuda, se precisar”.

Fobias Específicas

“Eu me sinto aterrorizado e sem controle diante de objetos ou situações especificas”.

Pânico

"Eu tenho medo de ter um ataque e perder o controle ou morrer".

Transtorno Obsessivo Compulsivo

"Eu tenho pensamentos perturbadores e sinto que preciso fazer coisas específicas repetidamente para que nada aconteça".

Transtorno de Estresse

Pós-Traumático

"Eu penso no que aconteceu comigo e sinto como se estivesse vivendo tudo de novo, tenho pesadelos e não consigo controlar as lembranças, é perturbador”.

Mais de 18 milhões de brasileiros tem algum transtorno de ansiedade de acordo com o último relatório (2017) da Organização Mundial da Saúde – OMS. Ter um transtorno de ansiedade ou ser uma pessoa muito ansiosa, não significa que você é fraco, mas que você ainda não aprendeu sobre os sintomas e habilidades para gerir os mesmos.

Mesmo pessoas que não tenham um transtorno de ansiedade, mas sentem os efeitos da ansiedade de forma constante, podem se beneficiar da psicoeducação e tratamento, aprender a reconhecer os sintomas e as habilidades para gerir essa emoção é uma intervenção preventiva - para que o transtorno não se desenvolva.

Para as pessoas que possuem algum transtorno de ansiedade, há boas noticiais, é algo tratável e as pesquisas mostram que a Terapia Cognitiva Comportamental é muito eficiente no gerenciamento e redução de ansiedade e com resultados duradouros.

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Na WellMind trabalhamos para conectar pessoas e organizações com o bem-estar em mente. Acreditamos no potencial humano, na atenção a saúde mental e no desenvolvimento de competências comportamentais através da psicoeducação.

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